Inovação no ensino

Dentre todos os setores da sociedade, a Educação ainda parece um dos mais difíceis de se mudar. Mudaram as relações de trabalho, mudou a forma como todos buscam informação, mudaram os meios de interatividade entre as pessoas, mas a Educação continua a mesma.

Desconstruir a Educação é um desafio muito grande. Estamos tão acostumados a um modelo no qual estamos divididos em séries e presos a grades curriculares, que as inovações acabam ficando somente em alguns aspectos do processo educacional, como o formato de avaliação, o modelo de progressão escolar e algumas atividades esporádicas. Na grande maioria dos casos, o aluno ainda sofre com a imposição dos conteúdos e com práticas que não buscam inserir o aprendizado no contexto social no qual ele está inserido.

Apesar dessas constatações, há iniciativas neste mundo que quebram essas tradições seculares. A Escola da Ponte e a cidade de Reggio Emilia têm casos bastante significativos, mas demandam pessoas qualificadas, coragem na implementação de novas iniciativas, além de estudos para a adaptação dos métodos à cultura local.

No PDF, algumas matérias minhas que fazem uma abordagem sobre o tema publicadas na revista SuperEscola

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Arquivado em Educação fundamental, Inovação, Métodos de avaliação

Formar para incluir

A partir da década de 2000, a legislação brasileira em defesa do deficiente físico representou avanços na igualdade de direitos, garantindo acesso aos espaços públicos, inclusive aos ambientes educacionais. Desde então, as instituições de ensino superior se vêem diante de um desafio que vai além da adequação da infra-estrutura à acessibilidade: formar a força de trabalho que atenda aos alunos com deficiência de maneira adequada.
Para que a educação inclusiva seja colocada em prática, o professor deve ser um agente capaz de compreender as peculiaridades desses grupos sociais. As diferenças não podem ser encaradas como desigualdades …
Leia mais no site da revista
Matéria publicada na Revista Ensino Superior, edição de novembro de 2007

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Arquivado em Educação e inclusão, Revista Ensino Superior, Sem-categoria

Fora do tradicional

No momento em que o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) passa a ser utilizado de forma cada vez mais intensa pelo Ministério da Educação, a questão da avaliação do conhecimento dos alunos fica em evidência. Paralelamente ao exame de final do curso, instituições de ensino superior investem cada vez mais em novas formas de averiguação do conhecimento dos alunos ao longo da graduação. Ao invés de provas e seminários, um processo no qual notas e conceitos podem ser abolidos ou os próprios alunos são estimulados a fazer auto-avaliação. Leia mais no site da revista.

Matéria publicada na Revista Ensino Superior, edição de junho de 2008

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